A exemplo do que se passou com a Fórmula 1 com a entrada em vigor do teto orçamental em 2021, também nos ralis há uma preocupação crescente com os custos, e por isso as regras têm vindo a ser afinadas de modo a impor esse cuidado com os custos. Com a entrada de novas regras, já se sabia que existiriam restrições à utilização de motores e unidades híbridas, mas o conselho Mundial da FIA decidiu agora que os problemas de fiabilidade serão fortemente punidos em 2022, já que os fabricantes vão poder utilizar apenas dois motores por carro durante toda a época, face aos três que eram permitidos até aqui.
Tendo em conta que é algo completamente novo nos ralis, há mais tolerância para as unidades híbridas, com cada carro Rally1 a poder utilizar nove unidades durante a época. Já os privados dos Rally1 poderão ter uma unidade primária e uma reserva em cada rali que entram, em vez de nove para o ano todo. Por fim, o peso mínimo dos carros foi aumentado em 10 kg, de modo a que as equipas não se sintam tentadas a ir à procura de outros materiais para peças, mais leves, mas também muito mais caros.










E que tal instalarem pedais tipo bicicleta nos wrc? Estão a transformar os campeonatos em provas de poupança de material.
O problema que eu vejo há muito tempo, é que os carros são todos iguais: mesmo tamanho, motores iguais, transmissão igual. Já agora, muitos grupos, muitas classes, demasiados campeões. Há quem me acuse de ser saudosista, Mas a verdade, é que os anos 70, 80 e até os 90, permitiam ao público um espectáculo com carros muito diferentes uns dos outros, que lutavam uns com os outros, baseados em regulamentos simples, que no caso dos pré GrB, até permitia aos privados lutarem pela vitória em provas do mundial, fosse com carros próprios ou alugados, sem recurso a orçamentos milionários. Não… Ler mais »
Depois da Mercedes ter gozado com esta regra na Formula 1….não é grande exemplo