Foi em setembro de 2006 que Sébastien Loeb entrou para a história do Mundial de Ralis ao ultrapassar Carlos Sainz, tornando-se no piloto mais vitorioso da história da disciplina, recorde que durante mais 14 anos, dilatou fortemente.
Sebastien Loeb passou a ser o mais bem sucedido piloto de ralis de sempre. Mas, na hora das comemorações da 27ª vitória no Mundial, o francês preferiu concentrar-se nas declarações do grande duelo que travou com Gronholm, acabando, humildemente, por minimizar os efeitos deste recorde: «No início da terceira etapa pensei que oito pontos para o campeonato já eram bons, mas depois percebi que podia chegar aos dez pontos, o que seria melhor! Foi um duelo emocionante até final e, psicologicamente, foi também um momento especial. No último troço corremos, realmente, alguns riscos, andando, por vezes, acima dos cem por cento. Mas o sabor de uma vitória tão especial, a alegria da equipa e, uma vez mais, a ausência de erros, valeu todos os riscos que tivemos que correr! Quanto ao recorde, é óbvio que é importante, mas não era a minha primeira motivação. O mais importante, repito, é ganhar o campeonato».
Carlos Sainz ‘defendeu-se’
Para Carlos Sainz, que até esse momento partilhava com Loeb o recorde de 26 triunfos em provas do Mundial, a reação não se fez esperar, tendo o piloto madrileno reconhecido, depois de felicitar o francês, “que sem tirar qualquer mérito ao Loeb, acho que tenho que dizer que no meu tempo as vitórias eram discutidas por mais pilotos e o andamento dos carros era mais nivelado”, alegando que na altura do recorde, só havia dois pilotos e duas marcas a discutirem vitórias.
Entretanto, e como se sabe, Loeb, Sebastien Loeb aumentou o número de vitórias para 79, com o passar do tempo e a partir do Rali de Portugal de 2020, Sebastien Ogier já chegou às 48 e também Marcus Gronholm, passou a somar trinta, mais quatro que Carlos Sainz, que tinha e continuar a ter 26.
Afinal, o que queremos saber e tendo em conta as palavras do espanhol, é quanto valem as 26 vitórias de Sainz, face às atuais 79 de Loeb e 48 de Ogier. Tem razão, Carlos Sainz?










