Como sempre, este ano há também algumas alterações nas regras. Nada de muito sintomático, mas aqui fica para melhor perceber o que vai ver durante o ano. Por exemplo, quando ouvir falar de ‘Restart’, fique a saber que o ‘Rally2’ acabou. Agora chama-se ‘Restart’.
Começando pelos números, passa a existir um novo sistema oficial, em que os pilotos escolhem números fixos de dois ou três dígitos (por exemplo: 46 para Valentino Rossi, 37 para Lorenzo Bertelli, etc.). Caso contrário, para os P2P (prioritários 2), 21-40, pilotos regulares da WRC2 (P2), 41-70, JWRC de 71-91. O ‘Rally 2’ termina, passa a ser ‘Restart’ (recomeço de preferir). Foram elimina-das várias categorias de carros no WRC. Deixam de pontuar os antigos Super 2000, Grupo A e Grupo N, que não estão homologados nas categorias do Grupo R. Este ano, apenas a Michelin e a Pirelli são fornecedores aprovados do WRC. Dmack saiu.
Pequenos detalhes ajustados
Várias novos detalhes nas regras foram introduzidos. Depois da inovadora ma-nobra de Kris Meeke na superspecial Porto Street Stage em Portugal, o ano passado, todos os carros passam a ter que iniciar uma especial com quatro ro-das e pneus. Já era assim nas ligações, agora também nos troços. A assistência a meio do dia passa de 30 para 40 minutos, o que aumentará ainda mais a dife-rença nos horários dos troços, entre as primeiras e segundas passagens. O nú-mero de dias de testes oficiais para cada equipa do WRC diminui de 55 para 42 dias. A distância total dos troços cronometrados deve manter-se entre 300 km e 350 km, o que significa que as provas da Argentina e Portugal, e especialmen-te o Monte Carlo, devem ter percursos mais curtos.
O Monte Carlo passa de 388 para 323 Km de troços…










