Sébastien Ogier Penta Campeão do Mundo de Ralis

Por a 29 Outubro 2017 13:08

Ao assegurar o terceiro tempo na PowerStage quando só faltam dois pilotos terminar o troço, Thierry Neuville e Elfyn Evans, Sébastien Ogier assegura de imediato  o título de  Campeão do Mundo, pois assegura o ponto que precisava, independentemente do que fizer Neuville. Foi em lágrimas que falou à WRC TV: “Eu não sei o que dizer. Foi um ano difícil. Obrigado a todos na M-Sport e ao Malcolm. É fantástico ser campeão mundial com esta equipa”, disse Ogier, antes de se desfazer em lágrimas…

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9 comentários

  1. pascasio

    29 Outubro, 2017 at 13:34

    Muitos parabéns Ogier ! Parabéns também a Evans ! Mas sobretudo, à M-Sport e seu fundador, M.Wilson !

  2. FormulaTwo+1

    29 Outubro, 2017 at 14:04

    Que ano fantástico da M-Sport e de Ogier! Largamente merecido tudo o que ganharam (e não foi pouco…)!

  3. Mcrae

    29 Outubro, 2017 at 16:31

    Parabéns ao Ogier. Mas também não posso deixar de mandar um abraço de apoio ao Neuville, que após os 2 primeiros erros nos 2 primeiros ralis, lutou e deu o tudo por tudo e, ao contrário do Ogier, nnca teve ninguém (outro piloto)na equipa que o ajudasse. Não houve nenhum companheiro de equipa que conseguisse roubar pontos ao Ogier ou que o forçasse a andar mais, tal como fez o Tannak (que grande piloto). Aquela desistência na Alemanha foi má demais, senão íamos ter um campeonato disputado até ao último rali.
    Em relação ao WRC, antevejo um campeonato de 2018 ainda mais disputado que este, por isso o WRC está bem vivo e promete!

  4. Ca20081744

    29 Outubro, 2017 at 18:17

    Campeão sim ,com méritos claros mas também porque….Elfyn Evans aparece em Wales e ganha muito bem, caso ganhasse Neuville iríamos até á Austrália. Porque Andreas Mikkelsen veio tarde ficou a 4,6 de Ogier e caso o suplantasse iríamos até á Austrália. E também porque Tänak não tinha ordem para ficar á sua frente…Nem no rali nem mesmo na PS. Acho que não havia necessidade… Respeito outras opiniões mas…O brilho deste campeonato é a meu ver relativo. Ogier Papão-autoritário desapareceu completamente. Estou bastante mais contente pela M-Sport e pelo M.Wilson, do que pelo Francês e penso ainda que a Hyundai Motorsport e Neuville até mereceriam ir á Austrália com «esperanças». Please Don’t Kill Me.

    • João Pereira

      29 Outubro, 2017 at 20:04

      Se Evans não ganhasse em Neuville não tivesse lixado os dois primeiros ralis, se Neuville não tivesse lixado mais um ou dois em que andou a desalinhar a direcção… Se, se, se… Certo é que mesmo andando a varrer as classificativas para os outros terem mais aderência, Ogier é tão ou mais rápido que qualquer outro, e seguramente muito mais consistente (ou o único que é consitente) e por isso é campeão, não vamos dizer que ele tem mérito, mas… porque os outros é que têm que abrir a pestana e não asneirarem, principalmente Neuville, que já faz lembrar aquele simpático e rapidissímo piloto finlandês que usa o Nº 10.
      Quanto a mim, Ogier merece os parabéns (mais uma vez) e Neuville uma chapéu de asno (mais uma vez), e não vamos falar de Meeke, boa?

      • Ca20081744

        30 Outubro, 2017 at 0:12

        Consistente claro que o foi, mas Ogier é tão ou mais rápido que qualquer outro? Pecs ganhas este ano no WRC: 1º Neuville «chapéu de asno» 48, 2º Tanak 27 3ºs Latvala e Elfyn Evans 26 ambos, 5º Ogier 21 bem apertado por Meeke com 20 que até falhou um rali. 21 pecs tinha ganho Ogier versão 2016 antes do terceiro Rali do ano ter terminado…Umas diferenças citas…

        • miguelgaspar

          30 Outubro, 2017 at 19:51

          As pecs ganhas num rali nao dizem rigorosamente nada… se um piloto ganhar as pecs todas atè à penultima e depois desistir, jà leva 20 pecs ganhas e 0 pontos… e o vencedor do rali atè pode nao ganhar nenhuma pec. Atè o exemplo que deu do Meeke, mostra o que valem as pecs ganhas, um foi campeão (215pts) e o outro está em oitavo (70pts), com a diferença de uma pec ganha. O caro tem de procurar outros numeros para ver quem merece ou nao ser campeao, tipo os pontos ganhos em todos os ralis. O Ogier foi um justo campeão, contra um rapidíssimo Neuville, mas que falhou muito.

    • João Pereira

      30 Outubro, 2017 at 17:05

      Caro don-draper, acho que foi a si que respondi a este comentário, em que disse que Neuville merecia um chapéu de asno, mas parece que alguém achou por bem passar um lápis azul sobre essa minha resposta, e também à sua (presumo porque não as encontro aqui), e cujo texto reproduzo a seguir:
      – Consistente claro que o foi, mas Ogier é tão ou mais rápido que qualquer outro? Pecs ganhas este ano no WRC: 1º Neuville «chapéu de asno» 48, 2º Tanak 27 3ºs Latvala e Elfyn Evans 26 ambos, 5º Ogier 21 bem apertado por Meeke com 20 que até falhou um rali. 21 pecs tinha ganho Ogier versão 2016 antes do terceiro Rali do ano ter terminado…Umas diferenças citas…

      É claro, que Ogier teve a vida algo facilitada enquanto esteve na VW, por ter um carro fantástico, e “à prova de bala”, mas certo é que Latvalla com carro igual, “asnou” que se fartou, e Mikkelssen também com carro igual também chegou quase sempre tarde e por vezes tardíssimo, e teve sempre que lutar com concorrência exterior, o que talvez demonstre que o VW era muito robusto, mas talez não fosse assim tão mais rápido que os “veículos” adversários.
      Este ano, de facto a concorrência foi mais aguerrida, a Hyundai provavelmente com o melhor carro, seguida de muito perto pela M-sport, que em certas provas chegou a ter carro visivelmente superior, A Citroën não teve carro ao nível na maioria das provas, e a Toyota desculpavelmente também não.
      Mas o que se verificou, foi que Ogier não precisou de arriscar durante todo o ano, porque os erros dos seus adversários foram sempre dando folga e permitiram-lhe entrar de alguma forma em modo de gestão, num ano em que mais uma vez, o regulamento da ordem de partida ainda estava contra ele em mais provas do que a favor. Em Monte Carlo esteve a favor e ele venceu, em Gales também esteve a favor, ele não arriscou (com um piso tão escorregadio e tantas arvores…) e venceu… o campeonato sem ter que ir à Austrália, com menos menos uma vitória que Neuville e as mesmas que Tanak e Meeke (para já).
      Sigo ralis desde o início dos 70, desde 1974 já com mais atenção (sou rapaz de 1961) e se há algo que aprendi, é que o campeão raramente é quem ganha mais classificativas, mas sim aquele que chega ao fim de mais ralis nos 3 primeiros. Um piloto pode vencer 100 classificativas num ano e não ser campeão, se insistir em não terminar as provas.
      Neuville teve fracas pontuações nas duas primeiras provas, por que asnou, e teve mais duas em branco porque também asnou. Até em Gales, ele asnou logo na SS2, por sorte o talude estava fofo, porque senão tinha-mos mais uma direcção desalinhada como na Catalunha (SE o talude não estivesse fofo…lá vinha Mr. Nandan sarcasticamente dizer que os i20 são frágeis ao nível da direcção…).
      Ogier ainda não teve rival à altura ainda do tempo da Citoën (Mr De Quesnel teve que favorecer Loëb e acabou por ser despedido), e todos temos muita pena, porque os campeonatos são giros quando mudam de dono quase todos os anos, não é quando ganha sempre o mesmo.
      Neuville é velocíssimo, mas desde os seus tempos no IRC com o 207, que dá vontade de abrir uma oficina de chapa e pintura ao lado da casa dele, tal como Meeke que não é tão veloz e Latvalla que começa a ganhar juízo.
      Um campeão tem que ser veloz, mas também cerebral, senão, em vez da coroa, leva com um “chapéu de asno”.

  5. [email protected]

    31 Outubro, 2017 at 23:02

    A regularidade ganha campeonatos, mas isso é só para alguns.
    Quem erra menos, sujeita-se a ser campeão, que chatice….!
    A perder se ganha e a ganhar se perde, nos ralis é assim.
    O próximo vai ser melhor.

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