Depois da autêntica revolução que foram os regulamentos de 2022, este ano há apenas ajustes. O ano passado viu pela primeira vez carros híbridos a lutar na frente dos ralis, também com um combustível 100 por cento isento de fósseis. A fiabilidade dos sistemas híbridos deu alguns problemas, especialmente na Hyundai, mas todas as equipas sofreram com isso.
As regras do WRC 2023 mudam pouco, fazendo um resumo, o WRC2 Júnior foi rebatizado Challenger, a WRC Masters abre-se aos Rally2/3/3/4/5 e R-GT.
Há alterações nas pontuações no WRC2. A quantidade de pneus para cada rali será simplificada, os organizadores são agora obrigados a ter Zonas HEV a mais de 10km dos troços de modo a permitir a regeneração normal das baterias.
Em 2023, por cada troço falhado devido a uma questão técnica que tenha a ver com o sistema híbrido, a penalização passa a 2 minutos em vez de 10 minutos. A Assistência dos carros P1 que tenham abandonado a prova passa a poder ser reparado em 4 horas, ao invés de três (incluindo os 45m de flexi-service e qualquer atraso máximo permitido entre dois controlos de tempo).
No entanto, todos os carros devem ser recolocados no Parque Fechado pelo menos 4 horas antes do início da secção seguinte após um reagrupamento noturno. Deixa de haver assistência matinal nos ralis de terra, os carros P1 são limitados a uma janela de duas horas no flexi-service noturno, os dias de teste passam de 28 para 21, para cada equipa de fábrica.
Por fim, uma boa notícia para os adeptos: passa a ser exigida uma Câmara de Alta Velocidade nos P1 o que significa que as imagens onboard vão ser bem melhores…
Quanto às alterações ao calendário, o detalhe pode lê-lo em separado, mas serão treze ralis, nove na Europa e quatro fora, um na América do norte, outro na América do Sul, um em África, outro na Ásia. Regressam o México e o Chile e a novidade absoluta é o Rali da Europa Central.










