Os ralis internacionais poderão, já a partir de 2023, contar com um novo processo de determinação da ordem de partida.
O esquema que poderá ser adotado assenta num modelo muito próximo daquele que é utilizado há já muitos anos na Fórmula 1.
O sistema poderá assentar em três sessões num mesmo traçado em que os concorrentes vão sendo eliminados consoante as suas prestações.
As passagens serão intercaladas por idas ao parque de assistência em que as equipas poderão intervencionar e modificar as suas viaturas.
No modelo a ser proposto no próximo Conselho Mundial da Federação Internacional, na primeira sessão alinharão todos os interessados no campeonato principal e da mesma serão retidos os 15 melhores.
Entre os excluídos serão atribuídas as 16ª posição e seguintes aos detentores dos melhores tempos.
Na segunda passagem serão excluídos mais 5 concorrentes com o pior tempo a determinar quem será o primeiro na estrada e por aí adiante.
Já na última sessão serão determinadas as partidas das restantes equipas, com a mais rápida a ser a 15ª a arrancar para o evento. Esta regra poderá ser utilizada tanto em ralis de terra como de asfalto.
João F. Faria










