Em declarações à Lusa, no âmbito da inauguração da Feira Internacional de Turismo de Madrid (Fitur), Carlos Barbosa, presidente do ACP, Automóvel Clube de Portugal revelou que o Rali de Portugal de 2017 deu um retorno ao país de “137 milhões de euros”, antecipando que a edição deste ano “vai ser ainda maior”.
Segundo o presidente do ACP e da Comissão WRC da FIA: “Batemos todos os recordes (em 2017), pois tivemos um retorno para o país de 137 milhões de euros, ou seja, mais sete milhões do que em 2016”, disse, acrescentando que “o Rali de Portugal é, hoje em dia o maior evento desportivo e o maior evento turístico em Portugal desde o Euro 2004”.
Como se sabe, a prova deste ano está agendada para se realizar entre os dias 17 e 20 de maio, novamente nas especiais a norte: “É a zona favorita, não só em termos de classificativas, como também em termos de público. No ano passado (2017) tivemos cerca de 1,2 milhões de pessoas e, portanto é uma loucura, o rali no Norte. O ano passado entre alimentação e dormidas, em três dias, as pessoas gastaram 60 milhões de euros” disse Carlos Barbosa, alertando para o que o estado recebe com o IVA, apesar de investir ‘apenas’ um milhão de euros, através do subsídio da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte: “Se não fosse o esforço das câmaras, não havia Rali de Portugal. É fundamental o apoio do Estado, porque este é um evento nacional”, referiu Barbosa.









