A ‘novela’ Kees Koolen, Peugeot, Carlos Sainz teve mais um capítulo na sua história depois da ASO ter divulgado que a penalização de 10 minutos atribuída a Carlos Sainz na sequência do seu incidente com o Quad foi retirada ao espanhol.
A Peugeot forneceu nova informação à ASO, telemetria do Peugeot 3008 DKR Maxi no momento do incidente, e da sua análise concluiu que a penalização atribuída ao espanhol não se justificava. Desta forma, Carlos Sainz passa a ter um avanço de 1h0045s sobre Peterhansel. A ASO substituiu a penalização de 10 minutos por uma advertência, pedindo ao espanhol que tenha mais cuidado na ultrapassagem a outros concorrentes.
Segundo Bruno Famin “A telemetria não mostra toques. Talvez um arbusto, mas nada como um impacto. O acelerómetro não registou qualquer toque, o que já tinha sido dito pelo Carlos (Sainz) Na telemetria vê-se que o Carlos segue o quad durante 12 segundos a 50Km/h, e quando o quad perde o controlo (ndr, algo que logicamente não se vê na telemetria da Peugeot), ele trava para 37 Km/h. Fica claro que o Carlos travou e virou o volante para evitar o quad. Li coisas do piloto do quad, penso que o comportamento do Carlos foi perfeito e o piloto do quad deve estar agradecido ao Carlos por tê-lo evitado. Estes são os factos. Estamos contentes com o facto dos Comissários terem reconsiderado a sua decisão” disse Bruno Famin ao Motorsport, acrescentando que a ASO não tinha os dados todos para tomar uma boa decisão.
Agora resta saber o que diz Kees Koolen, que já ameaçou com processo crime e com análise de especialistas à peça do seu quad para provar o toque do Peugeot do espanhol. Tendo em conta a forma como o holandês tem vindo a falar nestes últimos dois dias, isto não vai ficar por aqui.













Peugeot. ASO, FIA, Paris, Jean Todt… Muitos franceses envolvidos… Mas sinceramente, já que tem que ganhar um Peugeot, prefiro que seja Sainz, já que deverá ser o seu último Dakar, a não ser que mude de equipa.
No entanto, considero que os pilotos de fábrica devem ser mais vigiados no que toca ao auxílio a outros pilotos acidentados, de forma a ser preservado o espírito do Dakar, até porque hoje em dia, a organização tem os meios para repôr o tempo perdido nessas situações.
Este tipo de “corridas” aparentadas a rallis ou espécie afim, para mim não fazem sentido. Além de serem perigosíssimas.
Mas a FIA que é tão zelosa nas provas de pista,fecha os olhos a isto.