Craig Breen teve um início de rali razoável, alcançando o 5º tempo na cronometragem final do troço de abertura, para logo depois sofrer um golpe de azar, quando uma pedra se prendeu na jante, danificando a pinça do travão, levando-o a perder gradualmente potência de travagem. A dupla conseguiu fazer uma reparação de improviso dentro do tempo permitido entre as especiais, mas sem que pudessem minimizar as perdas adicionais de tempo nas classificativas seguintes, levando-os a cair para 10º da geral no final da ronda inicial.
Com as suas esperanças de alcançar um bom resultado terminadas, o piloto irlandês passou a ter como objetivo aproveitar a restante prova como um teste em condições reais de corrida, como preparação para outros futuros ralis: “Na primeira especial ficámos presos numa vala cerca de 30 segundos e precisámos da ajuda dos espetadores para poder regressar à estrada. Sem esse erro poderíamos ter ganho o troço. Depois, na ligação para a ES seguinte, perdemos algum tempo com as correções às notas que nos foram dadas pelos nossos batedores, sendo-nos atribuídos 10 segundos da penalização, para além de que a pressão dos pneus não era a ideal, pois não tivemos tempo para a corrigir. Não foi o arranque perfeito, mas voltámos a não ter muita sorte na manhã de ontem com o problema de travões. Nunca tal tinha acontecido comigo antes, mas arruinou a nossa ronda” disse Craig Breen, que não teve muita sorte nesta prova, rodando agora no nono lugar da geral.












