A Toyota teve o seu melhor rali deste seu regresso ao WRC na ronda passada, na Finlândia, o que pode ser considerado o rali caseiro da equipa, dada a sua estrutura. A análise ao problema de motor que fez Latvala desistir na Finlândia revelou que existiu uma falha na ECU (unidade de controlo do motor). Os testes na zona militar aconteceram em julho, e os testes nas zonas de vinha aconteceram na semana passada.
As especiais do Rali da Alemanha são especialmente difíceis para um rali de asfalto, especialmente devido às muitas possibilidades de cortes. Isto é um desafio para a fiabilidade de várias componentes e para encontrar a suspensão ideal. A Toyota fez vários desenvolvimentos técnicos. Vão existir algumas mudanças na equipa, com Jarmo Lehtinen a fazer o seu último rali, ficando o cargo, temporariamente dividido entre Timo Kankkunen (diretor de testes) e Christopher Rowden (engenheiro).
Tommi Mäkinen, líder da equipa, fez a antevisão da prova: “Este vai ser apenas o nosso segundo rali em asfalto do ano, por isso vai ser interessante, será interessante ver o quão melhoramos desde a Córsega, apesar de diferentes condições na Alemanha. Os desenvolvimentos de asfalto continuam e existiram novas coisas que experimentamos nos testes, especialmente amortecedores. Da minha experiência da Alemanha, como piloto, lembro-me que as especiais são traiçoeiras. Geralmente é mais fácil arrancar primeiro, piorando para os de trás. Estamos todos confiantes depois da Finlândia, e os pilotos estão muito positivos com o carro, vamos ver o que podemos fazer. Penso que seremos muito bem sucedidos aqui”.
Martin Holmes










