Muito aguardado pela equipa Citroën, o Rali da Alemanha é uma oportunidade para o C3 WRC se confrontar em pisos de asfalto pela segunda vez em 2017. Um tipo terreno onde a formação francesa realizou os primeiros testes com o carro preparando as primeiras especiais da Volta à Córsega. E é também um evento onde a equipa do ‘double chevron’ poderá beneficiar das ‘dicas’ dadas por Sébastien Loeb aquando dos testes da semana anterior na Alsácia.
Kris Meeke considera ainda assim que a prova germânica apresenta grandes desafios, depois de ter encontrado bastantes dificuldades nas especiais da Córsega, por via das várias superfícies que a prova vai percorrer, com passagens quer pelas estradas entre vinhas do rio Mosela, quer pelo campo militar de Baumholder.
“Na Volta à Córsega vimos o potencial do C3 no asfalto. A Alemanha é um outro desafio, mesmo se já tive boas sensações nos testes. Experimentei o carro em diferentes superfícies e condições, mas é muito difícil de abordar para este carro, já que existem três tipos de terreno diferentes e a meteorologia raramente se mantém do princípio ao fim”, alerta Meeke.
Relativamente ao resultado que espera na Alemanha, onde nunca conseguiu um bom resultado na prova com um Citroën, o britânico quer esquecer o abandono e o 12º lugares obtidos nas suas duas participações no evento mas está alertado para o que vai enfrentar: “Estou impaciente para guiar entre as vinhas. Com as velocidades que se dão nas estradas estreias e sinuosas é necessário conduzir de forma extremamente precisa. Por isso para conseguir um bom resultado no final será preciso andar a fundo do primeiro ao último quilómetro”.










