
A perceção existente quanto ao ‘estado da nação’ do WRC é que a modalidade está mais espetacular que nunca na estrada, os WRC 2017-21 foram um upgrade importante, os novos híbridos, um marco relevante e necessário num mundo que se quer cada vez mais sustentável, mas a verdade é que a disciplina continua à procura do seu ‘Ovo de Colombo’.
Se calhar a solução é fácil, o problema é que ainda ninguém a vislumbrou…
Tendo em conta que se continua à procura, a solução parece difícil de encontrar, mas se calhar a resposta é óbvia, mas é preciso que apareça alguém como Cristóvão Colombo, que descobriu o Novo Mundo, abrindo o caminho…que agora todos fazem há centenas de anos! Hoje nem é assunto, mas foi preciso alguém trilhar o caminho.
Provavelmente um dia isso vai acontecer, mas depois de nos anos 80 o Mundial de Ralis ter andado a par da Fórmula 1 em termos de interesse do público, é fácil perceber as diferenças hoje em dia. É certo que quando algo se torna grande é mais fácil torná-la ainda maior, mas pelo menos os seus responsáveis tiveram esse mérito.
No WRC, isso não sucedeu, e embora continue a ser ainda a segunda mais importante forma de desporto automóvel, a distância a que está da F1, é muito mais do que por exemplo o Mundial de Endurance ou a Fórmula E já estão do WRC.
O WRC publica todos os anos um ‘WRC Factbook’, que nos apresenta dados interessantes, mas que também são preocupantes. Veja a nossa análise dessa tabela… CLIQUE AQUI










