Ficou claro a todos que o HYundai i20 N Rally1 não só é para já o mais lento dos três, como também o menos fiável e a equipa de Alzenau tem um problema em mãos. A Hyundai Shell Mobis WRT entrou nesta era dos Rally1 em teoria como a equipa que menos tempo teve de desenvolvimento do seu no i20, até porque o novo diretor Técnico, Christian Louriaux, parou com o que estava a ser feito com a nova versão do carro, quando chegou à equipa, e recomeçou tudo de novo. Portanto, quase todo o tempo utilizado até ali foi perdido.
Depois tiveram o azar do acidente de Thierry Neuville em testes, em que destruiu o único chassis da equipa e atrasou ainda mais o programa. O resultado viu-se agora em Monte Carlo.
O discurso do novo Diretor de Equipa, Julien Moncet foi claro: “foi um rali duro para nós. Estou desapontado por toda a equipa que tanto trabalhou, os que estiveram no rali e na fábrica. Temos de reagir”, disse.
Os fumos no carro de Oliver Solberg são um bom exemplo do tempo que era necessário para que tudo ficasse perfeito. Uma coisa são testes, outra uma prova e é aí que tudo vem ao cimo porque o material é levado ao limite.
Felizmente agora há um mês até ao Rali da Suécia, que não é muito mas vai certamente ajudar a equipa, e depois disso dois meses até ao Rali da Croácia e aí, se não houve nada de muito errado com a base do carro, será resolvido. Sabemos que continuam a ser carros complexos de afinar, embora a suspensão seja bem mais simples, mas a aprendizagem de Monte Carlo será fundamental para ajudar a Hyundai a recuperar. O WRC precisa que a Hyundai recupere…









