O novo sistema de pontos no WRC foi confirmado pela FIA, mas o que não se sabe, ainda, é qual vai ser e a explicação é muito simples, pois tem a ver com a complexidade de questões que uma nova pontuação pode ter.
Veja-se por exemplo, no Mundial de Todo-o-Terreno, a classificação é atribuída aos primeiros 15 classificados (30, 25, 20, 17, 15, 13, 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3 e 2) e são ainda atribuídos pontos dos diversos Setores Seletivos, para o top 5: (5, 4, 3, 2 e 1). No TT, os Setores Seletivos são poucos, mas no WRC não. E no TT, alguém que tenha um azar, como são poucas provas, pode ir compensando com vitórias em Setores Seletivos. Resultou bem, mas no WRC a ‘música’ é outra e daí tanta ponderação…
Acredita-se que o que está em discussão passa pela atribuição de pontos por troço ganho, só ao vencedor. Mas isso retira um pouco da componente ‘gestão de prova’ nos ralis, porque se um piloto estiver destacado na frente e vencer o ralis pode ver a margem ser pequena para o segundo porque este atacou mais e vence vários troços. Há vantagens e desvantagens no sistema, pois por exemplo alguém que abandone no 1º dia, sabendo que não tem a mínima hipótese de vencer o rali, pode somar bons pontos vencendo o máximo possível de troços.
Devido a toda esta complexidade e muito provavelmente a estarem a ser analisados cenários que podem dar primazia ou perto disso a alguém que ‘desistiu’, o que está em cima da mesa são vários cenários, e bem, as equipas, o Promotor e a FIA estão a tentar encontrar uma plataforma de entendimento que seja um bom equilíbrio entre o espetáculo e o mérito.
uma coisa é certa, o sistema vai ser diferente, vai haver bónus a acrescentar ao que já existe. O que, logo se vê…









