O Conselho Mundial da FIA aprovou um conjunto de alterações para o Mundial de Ralis de 2018, que mais não são que pequenos ajustes tendo em conta o que sucedeu em 2017. Depois duma revolução entre 2016 e 2017, de que os novos e mais potentes carros foram o expoente máximo, para este ano só alguns detalhes mudaram. Em vários artigos, vamos detalhar as regras uma a uma…
As equipas privadas (ou pilotos individuais) podem correr com WRC de 2017 (os novos carros) sem a obrigação de serem inscritos por um construtor (o que o ano passado era obrigatório). O estatuto P1, de piloto prioritário, será dado a todos os pilotos com WRC 2017, mas estas inscrições (que não sejam as oficiais) estarão sempre sob aprovação da FIA, que irá garantir que todos os pilotos que corram com esses carros tenham capacidade para isso. Mais ou menos uma ‘superlicença’.
Este ano, os testes de pilotos P1 passam a ser controlados, mesmo que não sejam inscritos por equipas oficiais. Estes pilotos não poderão testar fora da Europa, o que já sucede com os pilotos das equipas oficiais. Recorde-se que o ano passado houve confusão com Mads Ostberg, que testou na Argentina e as equipas oficiais ‘franziram’ o sobrolho e queixaram-se à FIA, que depois de analisar a questão decidiu de imediato proibir os testes de pilotos privados fora da Europa: “Não percebo. Apenas posso ver a parte divertida, era uma regra com 15 anos e mudaram agora. Era o único benefício que tinha para as equipas de fábrica”, disse um desagradado Ostberg ao AutoSport o ano passado, em maio.









