Kris Meeke era um homem visivelmente satisfeito no final do Rali de Portugal, salientando até que esta vitória sabe melhor ainda do que a primeira. O piloto disse também que, apesar deste triunfo não ser importante para o campeonato, era-o para si:
“Era importante para mim fazer um rali a este nível, conduzir desta forma. É outro passo em frente. Toda a gente diz que a primeira vitória é aquela que recordas com mais carinho, mas na verdade, para mim, é a segunda. Penso que havia seis pilotos do campeonato que podiam lutar pelo triunfo. Este é o meu segundo, mas consegui-lo desta forma, controlando do início ao fim, prova que consigo fazê-lo. E com certeza que, se no próximo ano conseguirmos melhorar em todas as áreas, com os novos regulamentos, o futuro é bastante entusiasmante para mim”.
O piloto britânico da Citroën deixou ainda uma palavra de agradecimento aos fãs portugueses: “Portugal é um local especial para conduzir um carro de ralis. Gostei realmente deste evento, e a quantidade de pessoas. Este resultado é provavelmente para os fãs portugueses, porque sempre apoiaram o Colin [McRae] e o Richard [Burns] durante muitos anos. Esta é para os fãs!”












Na minha opinião, foi de facto a prova mais “madura” e consistente da carreira de Meeke. Uma carreira que não começou cedo, não teve uma progressão fulgurante, mas foi consistente até chegar ao WRC… A partir daí, não percebi bem o que lhe aconteceu, mas acho que a consistência começou a falhar ainda no ultimo ano no IRC. A “bandalheira” que foi a aventura da Mini (até o carro era errado), com sérias consequências para muitos dos intervenientes (Armindo incluído) não foi o ideal para quem quera mostrar serviço, e depois na Citroën, a sua ânsia de mostrar que podia… Ler mais »
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