Jean Pierre Nicolas tinha em 1973 como navegador Jean Todt, e conta que o atual Presidente da FIA não gostava de fazer reconhecimentos, isto numa altura em que o Rali de Portugal era tão difícil que as equipas tinham que fazer anotações de quase 2000 Km do percurso: “ele apenas queria aparecer para a prova, mas naquele ano não havia problema já que tinha acabado de me casar e trouxe a minha mulher comigo. Ela ajudou-me nos reconhecimentos e foi ela que tirou as notas de andamento. Foi uma maneira fantástica de passar a nossa Lua de Mel”.













Não foi o único a fazer isso no rallye de Portugal.
Estavas a pensar no Joaquim Santos, por exemplo?!
Também fiz o mesmo
Ler notas sem ter passado lá (para ao menos ter um “feeling” p’lo troço…) não é para qualquer um!
e já agora… em 1999 terminei o Rallye de Portugal, tendo feito o rali todo á vista: o Rogério Seromenho adoeceu logo na manhã do primeiro dia de reconhecimentos… acabei por fazer o rali com o meu navegador habitual que não tinha disponibilidade naquele ano para os treinos. (Apenas tentei aproveitar algumas notas de ralis anteriores!)