Acima de tudo o mais importante, é que o WRC recomeçou. Não importa agora se a FIA apenas ‘consegue’ sete provas. Sabemos das dificuldades que existiram para começarem os ralis em Portugal, a questão, a nível global não será muito diferente. Cada um sabe de si. Depois, parabéns , Estónia, fizeram em pouco tempo um rali merecedor de WRC. Seja como for, um mundo de diferenças para o Rali da Finlândia cujas estradas, apesar de só o Mar Báltico as separar são mesmo muito diferentes. Há aqui e ali semelhanças, mas globalmente, a Finlândia tem os melhores troços do mundo, ponto final.
Thierry Neuville deu um toque, arrancou uma roda, e o título é uma miragem… outra vez. Vejam o Craig Breen andou. A culpa do seu azar é toda do belga. Ainda pode reagir, mas os riscos que tem de correr são bem maiores agora. Quando Tanak chegou à Hyundai, Neuville disse que era bom, pois nunca perdeu para um colega de equipa. E isso ainda está nas suas mãos. Será capaz? Podemos dizer que Oliver Solberg é um piloto de futuro, mas não podemos dizer o mesmo de Kalle Rovanpera. Não se entusiasme, caro leitor, pois o finlandês é um piloto do presente. Está pronto para ganhar ralis. A qualquer momento vai acontecer. Lutar pelo título, vai demorar mais algum tempo. Se calhar, pouco.
Takamoto Katsuta mostrou muito mais do que vinha fazendo, mas destruiu o carro. Vamos ver como correm as próximas. Craig Breen voltou a fazer uma excelente exibição. Que WRC é este se não tiver lugar em 2021? Venha o Rali da Turquia, pois já percebemos que a luta pelo título vai ser acirrada. Espero também que a M-Sport recupere, pois não desaprenderam, ficaram foi um pouco para trás.










