Esapekka Lappi conseguiu na Croácia o seu primeiro pódio com a Hyundai. Foi terceiro, mas não teve ritmo que se coaduna com esse pódio, e foram os atrasos de outros pilotos, inclusivamente do seu companheiro de equipa que o levaram ao terceiro lugar: “Claro que é bom estar numa posição de pódio, embora nos tenha faltado um pouco de ritmo. Terminei o rali com um sentimento diferente em relação ao dia anterior, mas sei que nunca fui perfeito com os troços mais sujos. Tenho estado a tentar reproduzir a condução que tivemos na sexta-feira, mas foi difícil igualar os tempos na frente. As condições foram mais escorregadias, e se se sentir que não há aderência, então a minha confiança simplesmente desaparece” começou por dizer Lappi que no final confessou quão difícil foi este rlai para si: “Sinto alívio e acho que também algum orgulho por parte da equipa. Acho que foi a semana mais difícil da minha história do desporto automóvel e vir aqui, em primeiro lugar, não só pessoalmente para mim, mas para todos os membros da equipa, a quem quero agradecer. Eles tornaram possível que pudéssemos conduzir, pelo que este foi um enorme esforço da parte deles. Houve alguns altos e baixos durante o fim-de-semana e durante a semana com todos nós. Este foi um grande resultado para nós”, disse, explicando depois a diferença entre o que fez na sexta e no sábado: “Não sei para ser honesto. Acho que precisamos de investigar um pouco. Com certeza que no sábado à tarde estávamos de novo no ritmo, por isso vamos ver o que podemos encontrar ou o que estava errado, ou era apenas eu mentalmente errado, não sei.
No final, tivemos alguns bons momentos e outros piores, mas bastante consistentes durante todo o rali, nunca realmente no ritmo superior, mas esta foi uma boa estratégia porque, no final, valeu a pena”, disse, terminando a explicar o que é o Rali da Croácia: “Em primeiro lugar é difícil fazer a escolha certa do pneu porque mesmo que esteja seco não é tão claro se o duro é melhor que o macio mesmo que esteja seco e o sol esteja a brilhar.
O asfalto é suave mas tem muita sujidade, por isso é complicado. E depois a humidade e os cortes ‘molhados’ e isso torna-o ainda mais complicado porque temos de nos manter na estrada, que é também uma das partes mais complicadas, pelo menos para mim. Enganoso, complicado”, concluiu..











