A partir da próxima época, deixa de ser obrigatório aos organizadores terem a regra do SuperRally nas suas provas, e os homens do Automóvel Clube do Mónaco, ACM, serão os primeiros a aproveitá-lo… até porque lhes convém.
No Rali de Monte Carlo sempre houve o problema do espaço, e encontrar zonas amplas como por exemplo o Estádio Algarve, para albergar toda a caravana do WRC, nos Alpes Marítimos não é fácil, pelo que verem um concorrente abandonar, arrumar as malas e ir para casa, é quase um alívio para o ACM, já que ganham um pouco mais de “sala”. Este ano, os primeiros dias de prova centram-se em Valence, onde há espaço, mas o mesmo já não se pode dizer dos últimos dois, no Mónaco, onde poderão beneficiar do facto de boa parte do plantel já ter ficado pelo caminho.
Neste contexto, o Rali de Monte Carlo será a primeira prova em que se voltará ao bons velhos tempos, e não voltará a ser possível fazer como Sébastien Loeb em 2006, quando se despistou no primeiro dia, o carro teve de ser retirado por uma grua e o francês ainda foi terminar na segunda posição.
Contudo, há quem seja contra, pois hoje em dia o Marketing conta muito para as marcas, e como por exemplo David Richards referiu ao AS inglês: “Sou totalmente contra, pois não posso convidar pessoas para passar o fim de semana no Mónaco, e arriscar-me a já não ter MINI em prova para lhes mostrar.”, referiu.









