A ideia da FIA em colocar o Rali da Argentina e Chile separados por apenas duas semanas deveu-se simplesmente a controlo de custos. Desta forma as equipas pouparam um regresso à Europa, ficando pela América do Sul, mas os acidente de Elfyn Evans e Esapekka Lappi redundaram em decisões diferentes por parte das suas equipas.
No Rali da Argentina, a M-Sport tinha retirou prematuramente o carro de Elfyn Evans para dar mais tempo para reparações, mas a Citroën Racing mandou vir um carro de substituição a partir de França, depois do grande acidente de Esapekka Lappi. Recordamos que, só os pilotos que figuraram na classificação oficial final do Rali da Argentina tinham que correr com os mesmos carros e provavelmente os danos no C3 WRC de Lappi eram demasiado extensos para serem reparados na Argentina.










