Depois de mudar a sua aposta do Campeonato Nacional de Ralis para o Open de Ralis, o piloto do carro nipónico começou a prova logo ao ataque, ganhando uma vantagem que se mostrou decisiva face aos ataques de Pedro Peres, já na segunda fase da prova.
O bicampeão, aos comandos do seu Ford Escort Cosworth, teve, desta feita, que se contentar com o segundo posto, pois o tempo perdido nos primeiros três troços acabou por se revelar irrecuperável. O terceiro classificado foi Luís Mota que, sem conseguir acompanhar o ritmo dos dois primeiros, optou por uma toada mais consistente, levando o seu Mitsubishi Lancer Evo. IV ao degrau mais baixo do pódio.
O quarto, e simultaneamente o melhor dos Clássicos, foi Frederico Ferreira, ao volante de um Ford Escort RS, ao passo que Nuno Pina levou o seu Peugeot 206 GTI ao quinto lugar.
Logo atrás deste surge Armindo Neves, com o estreante Hyundai Coupe Kit-Car ex-mundialista, que teve uma estreia cautelosa, mas demonstrando que esta nova combinação pode vir a dar frutos no futuro.
Classificação final:
1º Ricardo Costa/Nuno Almeida – Mitsubishi Lancer Evo VI em 31m39,7s
2º Pedro Peres/Tiago Ferreira – Ford Escort Cosworth +16,9s
3º Luis Mota/Ricardo Domingos – Mitsubishi Lancer Evo IV +1m32,0s
4º Frederico Ferreira / Octávio Araújo – Ford Escort RS +2m27,3s
5º Nuno Pina/Guilherme Pereira – Peugeot 206 GTi +2m27,5s
6º Armindo Neves/João Luz – Hyundai Coupe Kit-Car +2m51,9s
7º Anibal Rolo/José Sousa – Renault 5 Turbo +2m53,9s
8º Paulo Azevedo/Luís Cavaleiro – Ford Escort +3m06,1s
9º Martinho Ribeiro/Paulo Marques – Ford Puma Kit-Car +3m27,9s
10º Júlio Bastos/Estefânio Pinto – BMW M3 +4m07,3s










