Rui Madeira realizou esta segunda-feira um teste de preparação com o Hyundai i20 Rally2 da CNR Competition, a poucos dias do Rally de Lisboa 2025, prova decisiva da Taça de Portugal de Ralis e pontuável para o International Iberian Rally Trophy, agendada para 31 de outubro e 1 de novembro. O ensaio marcou um passo importante na adaptação da dupla Rui Madeira/Nuno Rodrigues da Silva ao competitivo Rally2, reforçando a ambição da equipa no regresso à ação.
A sessão, realizada em piso seco e com um total de 48 quilómetros cronometrados, teve como principal objetivo testar e afinar o comportamento do Hyundai i20 Rally2, modelo que venceu recentemente no Constálica Rally Viseu Dão Lafões. A equipa trabalhou em diferentes configurações de set-up, incluindo barras estabilizadoras e combinações de pneus, com foco no equilíbrio e na confiança ao volante.

O teste contou ainda com o apoio técnico de Hugo Lopes, cuja colaboração foi essencial na adaptação de Rui Madeira ao novo carro. O piloto sublinhou, contudo, que as condições meteorológicas incertas para o fim de semana — com possibilidade de chuva — poderão obrigar a novos ajustes, não estando excluída a realização de um ensaio adicional em piso molhado.
“Fizemos um teste com cerca de 48 km. Começámos por rodar com as afinações-base deste Hyundai i20, utilizadas no Viseu Dão Lafões, e gostámos muito do comportamento do carro após várias alterações de set-up, barras estabilizadoras e mistura de pneus. Andámos sempre em piso seco”, referiu Rui Madeira.
“O carro tem uma travagem excelente e foi necessário mudar o chip para pilotar um Rally2. Tivemos a presença e o apoio do Hugo Lopes, um enorme piloto que me ensinou a tirar o ‘sumo’ deste carro. A nossa grande dúvida são as afinações para piso molhado, que parece ser a previsão para o fim de semana. Vamos tentar ainda realizar um pequeno teste em chuva, embora isso ainda não esteja decidido.”

“É óbvio que não temos muito ritmo e que nas primeiras PEC’s vamos pagar um pouco por isso. No entanto, queremos andar desde o início entre os cinco primeiros e, se possível, terminar no pódio. Tudo dependerá das condições climatéricas e dos nossos adversários, que certamente estarão fortes. Agradeço aos nossos parceiros esta presença, sem esquecer a equipa CNR Competition, que muito nos irá ajudar.”










