Perante a possibilidade de terem de anular a edição da prova integrada no IRC devido à greve dos marinheiros que impossibilitava a chegada à ilha do combustível especial, os organizadores da Volta à Córsega optaram por fretar um navio à Corsica Ferry que hoje leva até Ajaccio duas cisternas com a gasolina a ser utilizada pelos concorrentes bem como muitos dos comissários necessários amanhã à ida para a estrada do evento.
Esta opção aumentou bastante os custos com a realização da prova mas foi escolhida pela equipa da Associação Desportiva do Automóvel Clube da Córsega tendo em conta tanto os custos financeiros como os danos de imagem com uma eventual anulação do rali.









