Com Giandomenico Basso e PG Andersson como pontas de lança, havia ainda um terceiro Satria Neo S2000 para o local Oleksandr Saliuk Sr, com os três pilotos a não conseguirem cumprir os três dias de prova, apesar de todos eles terem chegado a rodar no top 10 ao longo do evento. No primeiro dia, Basso chegou mesmo a ser quinto até ser atrasado por um furo, o mesmo sucedendo a Andersson, com ambos depois a serem afetados por problemas mecânicos. Para o diretor desportivo da Proton, Chris Mellors, há muitos dados positivos a retirar desta prova.
“Com toda a honestidade, a performance do carro está a ficar mais aproximada. E há ainda muitos detalhes simples que o podem tornar mais rápido” afirmou Mellors sobre o ritmo dos carros amarelos.
Andersson viu-se na contingência de parar devido a uma falha na pressão do óleo na sexta-feira enquanto Basso desistiu no final do segundo dia devido a um problema com o motor, com Mellors a explicar que “não sentimos que valia a pena continuar. Pensámos que o podíamos resolver mas não foi possível aqui. Não queríamos danificar ainda mais o motor e parando deu-nos mais tempo para saber o que se estava a passar”.
A Proton regressará à competição com o Rali de Ypres, na Bélgica no final deste mês.









