Como se sabe, a Citroen rubricou recentemente um novo contrato de dois anos com Sébastien Loeb, onde foi incluída uma cláusula de primeiro piloto, o que colide com o acordado com Sébastien Ogier aquando da sua renovação. Foi dito ao jovem francês que Loeb sairia no final de 2011, pois estava desagradado com as regras do WRC e entretanto a FIA alterou-as (ordem de partida nos ralis) o que levou Loeb a decidir-se pela permanência no WRC pelo menos até ao final de 2012, quiçá até mais.
Neste contexto, Quesnel ficou com um grave problema para resolver, pois a Citroen não facilitou e assegurou Loeb, um piloto muito importante para a imagem da marca francesa, e ao mesmo tempo, Ogier ficou tapado, pois o que lhe tinha sido prometido, “roda livre” deixou de suceder, pois Loeb “contratou” a primazia. Neste contexto, é fácil de perceber e entender a troca entre a Citroen e a Ford. A marca francesa perde um grande piloto, mas resolve um enorme problema, enquanto a Ford recebe um piloto híper motivado para bater Loeb.
Por outro lado, Mikko Hirvonen, que há muito se percebeu não ter tudo o que é necessário para bater Loeb, quer isso seja carro, motivação ou apenas sorte, continua numa equipa de ponta, com um carro capaz de ganhar ralis. Todos contentes, portanto.












