Apesar da vitória de Patrik Flodin e o segundo posto de Henry Paddon no PWRC, com a consequente perca da liderança da competição por parte de Armindo Araújo, a verdade é que as coisas continuam bastante mais nebulosas para o sueco do que para o piloto português.
Patrik Flodin ascende ao comando do PWRC com sete pontos de vantagem para Armindo Araújo, que esteve ausente nesta prova, contudo, o piloto sueco só tem mais um rali pela frente, a Grã-Bretanha, podendo portanto somar um máximo de 25 pontos enquanto Armindo Araújo tem duas provas e 50 pontos para ganhar.
Henry Paddon também tem hipóteses já que com o segundo lugar no Japão soma agora menos sete pontos que Armindo Araújo e tem as mesmas duas provas que o português para fazer.
Se Armindo Araújo fizer um bom resultado em França, poderá gerir essa margem no Rali da Grã-Bretanha ou mesmo decidir tudo num ‘tête-a-tête’ com o sueco. As contas são simples, neste momento Araújo tem uma desvantagem de nove pontos, e caso vença em França, fica com 18 pontos de vantagem, o que significa que na Grã-Bretanha quase só teria de assegurar que chegava ao fim do rali para ser campeão, o que na Grã-Bretanha nunca é fácil. As apostas são bastante maiores para o lado luso, mas ainda há muito trabalho pela frente para os portugueses poderem saborear outro título.











