Se na prova de abertura da temporada, Loeb e Ogier não estiveram em posição de lutar pelo triunfo, já no México os dois gauleses puderam lutar entre si, acabando no entanto por ser o mais jovem a errar e a despistar-se .
“Sabemos que teríamos de enfrentar esta situação mas não pensámos que se colocasse tão depressa. No México, essa sua rivalidade não deu um resultado positivo para a Citroën. Estou convicto, no entanto, de que isso vai ajudar a equipa a conseguir alcançar grandes resultados nos próximos ralis”, é citado Quesnel no site oficial do Mundial de Ralis.
Para o francês, gerir a luta entre os dois pilotos acaba por não ser grande problema, como o próprio admite: “Tenho de ter a certeza de que os interesses da equipa são privilegiados acima de tudo. Temos de nos manter unidos e continuar a trabalhar para dar às nossas duas equipas as melhores hipóteses possíveis de lutarem por vitórias”, referiu.
“A rivalidade entre dois pilotos deste calibre é inevitável. O Sébastien Ogier é muito ambicioso, mas do outro lado está o Sébastien Loeb, que está na sua melhor forma após ganhar sete títulos mundiais na bagagem. Loeb está absolutamente determinado a provar que ainda é o melhor piloto do mundo, mas os nossos pilotos sabem o que está em jogo: têm de ajudar a Citroën a vencer outro título de construtores”, disse.









