O Delegado da FIA, Marco Piccinini explicou algumas das razões das alterações nas regras do WRC, na cerimónia de lançamento do Mundial de Ralis de 2008, que teve lugar ontem no Mónaco. Para aquele responsável, tudo o que foi feito até aqui em termos de regras a que se junta o que irá ser anunciado dentro de algum tempo irão devolver ao WRC a aura que já teve no desporto automóvel mundial:
«Todos estamos de acordo se dissermos que este desporto vive uma fase de transição, e estamos confiantes que o WRC caminha na direcção certa. Já vimos sinais que nos dão uma forte sensação de optimismo. Penso que todos concordam que há necessidade de mudanças, mas temos de aprender com as lições do passado. Levámos a cabo uma nova abordagem no calendário ao criarmos os ciclos bi-anuais, o que permitirá a visita do Mundial aos quatro cantos do mundo.»
«Nos próximos anos, o Grupo N e os Super 2000 irão formar a base do desporto, sendo encorajada uma forte participação local, que será potenciada quando chegarmos a esses quatro cantos do mundo. A altura em que isto será feito, caberá à FIA anunciar nas próximas semanas.», referiu Piccini.
Na apresentação estiveram presentes representantes de cinco das seis equipas principais do WRC, sendo esta cetrimónia o primeiro acto público de
Olivier Quesnel, como o novo director da Citroen Sport, depois da saída de Guy Frequelin.
Sem grandes novidades, destaque para a Suzuki, que não teve qualquer carro seu na entrada do local do evento, com o director da equipa, “Monster” Tajima a gracejar: «Perdemos os carros, mas vão estar na partida». Já a Stobart, que tinha apresentado um esquema de côr diferente do ano passado, com azul do lado esquerdo e verde do lado direito do Focus, voltou atrás e trocou novamente o esquema: azul à direita, verde à esquerda. Vá lá saber-se porquê…












