“Guardo boas recordações do ano passado, pois terminámos no pódio, mas é uma prova difícil de gerir. O rali disputa-se a cerca de 2.000 metros de altitude e isso pode diminuir um pouco a potência dos motores. Lembro-me que também já furei algumas vezes, mesmo se esta não é a prova mais exigente para os pneus”, recorda o vice-campeão do Mundo.
“Estou entusiasmado com a ideia de realizar o rali com a Citroën, pois a equipa obteve sempre bons resultados no México. Estou ainda mais entusiasmado depois dos testes que fizemos em terra que correram muito bem, para além de que tenho um excelente ‘feeling’ do carro”.
“O WRC desenrola-se maioritariamente em pisos de terra e será interessante verificar a hierarquia que se estabelece entre equipas e pilotos. No que me diz respeito, espero ser capaz de fazer bons tempos. Mas não posso esquecer que nos batemos sobretudo contra as outras equipas e por isso é importante conseguir um bom resultado para a Citroën”.










