Para Luíz Pinto Freitas, a notícia da não inclusão do Rali de Portugal no calendário do Mundial em 2008 não é uma surpresa, e é mesmo uma decisão compreensível.
Na sua óptica, a questão não pode, nem deve ser colocada da maneira como os responsáveis do ACP a colocaram uma vez que, «em primeiro lugar, nem sequer estávamos no calendário de 2008 e, portanto, não fomos excluídos, mas, apenas estávamos a tentar entrar e não o conseguimos, o que é totalmente diferente; em segundo lugar, a explicação dada pela FIA para a entrada do México que se prendeu com antecipação da prova ao abrigo do sistema de rotatividade de forma a que pudessem receber o rali do Mundial em 2010 quando comemoram um século de desporto automóvel, é perfeitamente razoável pelo que só temos que aceitá-la».
Certo, certo é o Rali de Portugal irá, para o ano, integrar o IRC e não o Mundial, mantendo o Algarve como centro nevrálgico. E, mesmo que isso lhe possa roubar alguma projecção, não travará o regresso da prova ao mais alto nível que está praticamente assegurado para os três próximos anos impares – 2009, 2011 e 2013 – faltando apenas a sua ratificação, o que deverá acontecer no próximo mês de Dezembro, na próxima reunião do Conselho Mundial.










