A primeira prova de Juho Hanninen com a Hyundai Motorsport quedou-se por um 19º lugar, mas para além dos números que neste caso foram fortemente condicionados pelo toque da 12ª especial, a verdade é que o nível geral da prova do finlandês foi mediano, o que é positivo tendo em conta que não corria no WRC há muito. O melhor que conseguiu foi o quarto posto numa especial, e era sexto quando o toque na 12ª especial o relegou para posições muito atrasadas na classificação. Foi ele o vencedor do prémio atribuído ao piloto que mais longe saltou no famoso Colin’s Crest, depois de ter percorrido 36 metros com o seu Hyundai i20 WRC no célebre salto de Vargasen. Refira-se que na segunda passagem Sébastien Ogier conseguiu saltar 41 metros, mas para o troféu só contava a primeira passagem:
“Foi um evento muito produtivo para nós e penso que podemos manter as cabeças levantadas depois do nosso desempenho nestas condições traiçoeiras. Cometi um erro no segundo dia e danifiquei o carro, o que nos forçou a abandonar, mas graças ao Rally 2 pudemos competir no último dia. Aprendemos muitas coisas e ganhámos muita experiência, e essa é a razão pela qual estamos aqui. O Hyundai i20 WRC tem uma base muito forte e estou confiante que possamos ser rápidos com este carro no futuro. Fiz um grande salto no Colin’s Crest, 36 metros, o que demonstra que o carro é definitivamente forte. A equipa efetuou um ótimo trabalho e foi um privilégio correr no Rali da Suécia com a Hyundai”, disse.











