Não é só na Argentina que existe uma categoria de carros de ralis diferente do que é habitual nos campeonato ‘made in FIA’. Para além dos ‘Maxi Rally’ argentinos, na Nova Zelândia também quiseram fazer diferente e por isso tem regulamentos que permitem a existência de carros de rali ‘Extreme’, uma espécie de fórmula livre dos ralis em que os pilotos podem utilizar carros com bem menos restrições regulamentares que os vistos nos vários campeonatos FIA ‘oficiais’. No passado Rali de Whangarei, prova de abertura do campeonato da Nova Zelândia esta fórmula livre contou com a presença de Ken Block, já que este é um dos poucos campeonatos que permite a presença do seu Fiesta HFHV especial. Curiosamente, e apesar de ter vencido o rali com trinta segundos e avanço, o seu ritmo não foi muito mais elevado que o de Pontus Tidemand, vencedor do evento reservado aos concorrentes do Campeonato Àsia Pacífico, e que correu num Skoda Fabia S2000. Houve mais carros ‘extremos’ presentes, como por exemplo o Suzuki Swift Maxi de Emma Gilmour, mas o que mais impressionou foi o Peugeot 207 Proto de Alex Kelsey, piloto com apenas 21 anos, que construiu no celeiro da sua quinta um carro com um motor de 3.5 litros V6 das WSR by Renault FR 3.5. Só o som, deslumbra… Ora ouça!








