Quando falta cerca de um mês para o arranque da temporada de automobilismo madeirense, com a ida para a estrada da Rampa do Monte, são ainda muitas as indecisões que pairam sobre a nova época de desporto automóvel no arquipélago.
As limitações financeiras atingem de forma especial os organizadores que, nesta altura, ‘fazem das tripas coração’ para poder garantir um orçamento que viabilize a realização dos eventos calendarizados. Anulado em 2012, o Rali Porto Santo Line (15 e 16 de março) poderá estar novamente em risco pois a organização do ACC Santa Cruz é a primeira do campeonato principal e aquela que poderá mais sofrer com todo o clima de incertezas. A agravar a situação está o facto da maior parte dos habituais concorrentes ainda não terem definidos os seus projetos para 2013.
Praticamente garantida está a ausência dos irmãos Miguel e António Nunes e João Magalhães, três dos pilotos mais competitivos nas últimas temporadas e, apesar de ter o Peugeot 207 S2000 disponível, também Vítor Sá não deverá marcar presença nos primeiros eventos do ano.
Com presença assegurada surgem Duarte Ramos (Mitsubishi Lancer IX) e os cerca de nove pilotos do Troféu Yaris, o que é manifestamente pouco para uma prova com onerosa componente logística como a da deslocação ao Porto Santo. Outros pilotos também em evidência em 2012 como Filipe Pires, campeão de Turismo, 1.600 cm3 e Troféu Eng. Rafael Costa, ou André Silva e Sofia Correia, todos com Citroën C2 R2, ainda estudam várias possibilidades para dar continuidade à sua carreira.










