O que aconteceu foi que a carta de condução internacional do finlandês não era aceite no país do Sol Nascente, o que o obrigou a frequentar uma escola de condução na cidade de Sapporo de maneira a tirar, novamente, a licença de condução.
“De manhã tive algumas aulas teóricas e, depois disso, fiz um exame teórico, exames aos olhos e depois tive algumas aulas práticas com um instrutor”, explicou o piloto da Suzuki Rally Team, que não teve a sua vida facilitada pelo facto de ser piloto de competição.
“O exame prático foi estranho porque tive que o fazer com um Nissan ou Toyota, não sei bem, grande e antigo”, começou por dizer, acrescentando que “o instrutor seguiu as normas de forma muito rígida, mesmo sabendo que eu era piloto”.
Ao fim de oito horas, Gardemeister lá conseguiu a licença japonesa para conduzir e pilotar naquele país, o que não o livrou de uma identificação curiosa no seu Suzuki WRC, a qual terá de levar durante todo o rali: um símbolo de condutor recém-encartado no vidro de trás do seu carro (o equivalente local ao extinto “ovo-estrelado” português).










