A apreensão é tal que algumas equipas e organizadores sugeriram mesmo uma fusão de parte do calendário do CPR com o do bem sucedido Open de Ralis, já que isso reduziria custos e permitiria um número razoável de carros na estrada, como, por exemplo, defende Carlos Barros, director da equipa Peugeot Portugal.
Contudo, este cenário foi já posto de parte por Luiz Pinto de Freitas, presidente da FPAK: “Nem vale a pena perder tempo a equacionar isso, pois não se vai estragar um campeonato para salvar o outro”, disse ao AutoSport. Mex Machado dos Santos, promotor do Open, apoia esta posição, “pois era contrária à vontade dos pilotos que, justamente, receavam perder protagonismo para os do CPR”.











