António Santinho Mendes, com 24 anos e um percurso no Ralicross onde se sagrou campeão nacional, regressa à competição (também) para honrar o nome da família, ligada ao automobilismo. Apesar da experiência noutras modalidades, o piloto encara os ralis como um novo desafio, onde todos partem em igualdade de condições.
António Santinho Mendes, 24 anos, tem o Ralicross como ‘background’ experiencial e o próprio nome não deixa margem para dúvidas.

António a concorrência está forte. Tu já competes há muito tempo começaste no Karting depois passaste por Ralicross chegaste a ser campeão nacional de iniciados no Ralicross campeão nacional, também nas disciplinas mistas, vamos chamar-lhes assim, e depois um hiato e agora estás de volta e tens esse problema de teres o avô que tens (ndr, Santinho Mendes, ex-Campeão Nacional de Ralis): é uma responsabilidade acrescida?
“eu não diria que seja um problema, eu costumo dizer sim acima de tudo tentar honrar o nome dele também como referi eu já comecei há alguns anos no desporto motorizado, entretanto tive fazer uma pausa estive a estudar fora estive a trabalhar fora também, consegui voltar, e resolvi candidatar-me este projeto que temos de enaltecer o trabalho do FPAK que tem feito nos últimos anos também e agora tentar aproveitar como o Pedro já referiu quero tentar ganhar, eu também quero tentar ganhar, e acho que queremos todos os cinco tentar ganhar e, portanto, acho que vai ser um troféu muito engraçado com os carros todos iguais e vai ser muito competitivo”
Tenho a certeza sentes que essa tua experiência competitiva poderá ser uma mais-valia apesar deste hiato alguns anos o facto de teres nascido nas corridas é a realidade nasceste nas corridas estás habituado não só à linguagem das corridas mas também ao estar nas corridas sentes isso como a vantagem ou lá está a tal responsabilidade acrescida?
“Eu não sinto como uma vantagem, sinto que vamos todos partir muito em pé de igualdade os carros são todos iguais penso que estamos todos a iniciar-nos nos ralis porque a verdade é que já competi antes, mas nunca nos ralis e, portanto, em modalidades completamente diferentes e sinto que está todos em pé de igualdade a partir da primeira corrida em Castelo Branco e a partir daí vamos ver como é que corre.”











