Na prova queniana rodava-se a velocidades estonteantes durante quilómetros a fio, numa prova que por diversas vezes rondou os 6.000 km de extensão. Nunca foi um rali para o carro mais rápido, mas sim para o que melhor resistia, e na maioria das vezes, decidia-se por eliminação.
As equipas oficiais desenvolviam chassis específicos, muito reforçados, carroçarias que por vezes também eram utilizadas na Argentina e Grécia dos bons velhos tempos. O seu grande problema foi sempre disputar-se em estradas abertas à circulação normal, que diga-se em abono da verdade, não era muita, mas a suficiente para que, de quando em vez existissem graves acidentes. Mais para o fim, passou a ter especiais cronometradas,
Em 2000, Richard Burns (Subaru Impreza WRC99) venceu a prova com uma média de 22.43 km/h e em 2002, Colin McRae (Ford Focus RS WRC 02) foi o último vencedor da prova a contar para o WRC, num ano em que o troço mais curto tinha…76 km. Outros tempos, que pode recordar nesta Fotogaleria:











