Foi assim que nasceu o programa BF Goodrich Drivers Team que, em 2008, deu uma lufada de ar fresco a alguns pilotos que pelas suas qualidades também mereciam uma oportunidade. Conforme deu conta o director da BF Goodrich, “a exemplo do que Michelin fez há algumas décadas com o Troféu Gordini ou a Fórmula Blue, também este projecto representou a descoberta de novos valores, mas também uma oportunidade soberana de estabelecer um contacto mais estreito com os meios de comunicação social e melhorar a visibilidade da marca BF Goodrich”.
Em 2008, Portugal, Bélgica, República Checa, Espanha e Itália foram os países seleccionados com Miguel Campos a terminar em oitavo o Rali de Portugal, Patrick Snijers a ficar em quinto Rali de Ypres, Pavel Valousek a concluir o Rali Zlin -Barum em quarto, Sérgio Vallejo a chegar ao final do Rali das Astúrias em sétimo e Andrea Brega a cumprir o último controlo do Rali de Sanremo em nono lugar.
Portugal de fora
Com um calendário restrito devido aos custos envolvidos, o programa BF Goodrich Drivers Team pensado para este ano, mantém as mesmas regras (com os jornalistas a escolherem um de um painel de três a cinco pilotos já pré-seleccionados pelos organizadores) mas deixa de fora a possibilidade de voltar a ter um português ao volante do Peugeot 207 S2000 que voltará a representar as cores da Kronos Racing.
Desta feita, os contemplados já cumpriram o Rali de Monte Carlo (Sébastien Ogier guiou o 207), estando agora prontos enfrentar as provas de selecção que irão permitir fazer a escolha de um piloto para os ralis de Ypres (18/20 Junho) na Bélgica, Zlin -Barum (21/23 Agosto) na República Checa, Sanremo (24/26 Novembro) em Itália e finalmente para o Rali da Escócia (19/21 Novembro).
Assim, goram-se à partida as expectativas de ter novamente um piloto português na linha da frente desta interessante iniciativa já que, segundo o principal, responsável pela marca de pneus “tivemos que seleccionar cinco provas das 12 que efectivam o calendário do IRC e Portugal e Espanha ficaram de fora por uma questão de redução de budget”. E logo num ano em que, pela primeira vez, o IRC conta com duas provas de selo nacional no seu pecúlio. Pena! Talvez em 2010…










