Como se esperava a Ford renovou o título de Marcas, pois apesar de ter perdido Gronholm cedo, Mikko Hirvonen chegou e sobrou para a tarefa, se bem que o facto do finlandês “mais novo” ter ficado como que obrigado a terminar, esse facto impediu que tentasse colocar mais pressão em Loeb, que nestas condições se limitou a terminar, e vencer.
Caso o título de Marcas já tivesse resolvido anteriormente, certamente que Hirvonen teria dado bastante mais trabalho a Loeb, mas as circunstâncias assim não o permitiram. Assim, a equipa BP Ford pôde festejar o seu segundo título de Marcas consecutivo e o terceiro da sua história (a primeira vez que o conseguiu foi em 1979).












