A 17.ª edição do Rally de Portugal Histórico arrancou hoje do Parque Eduardo VII, em Lisboa rumo à Figueira da Foz, que encerra a primeira secção da prova de regularidade do ACP, que decorre até sábado e onde 81 equipas inscritas, oriundas de Portugal, Bélgica, França, Espanha, Itália, Letónia, Lituânia, Reino Unido, Rússia e Suíça vão percorrer mais de 2.000 quilómetros pelo país.
A primeira secção vai levar as equipas até à Figueira da Foz, outro dos palcos históricos do Rali de Portugal no Campeonato do Mundo, onde a chegada dos primeiros carros está prevista para as 19h15.
No pelotão estão os vencedores do ano passado, os belgas Yves Deflandre e Jennifer Hugo, que em 2022 levaram o seu Porsche 911 ao terceiro triunfo no Rally de Portugal Histórico, igualando o recorde de triunfos de João Mexia Leitão e Nuno Sales Machado.
O francês Christophe Berteloot, navegado pelo belga Baptiste Gengoux, também repete presença este ano, tentando melhorar o segundo lugar do ano passado, ao volante de outro Porsche 911 SC.
O carro alemão é uma das máquinas mais competitivas em provas deste género, mas o parque automóvel do Rally de Portugal Histórico é variado e inclui modelos como um Austin Healey 100/6 de 1957, o carro mais antigo em prova, diferentes versões do Ford Escort RS, dois Alfa Romeo Giulia Sprint, um Opel Ascona, um Chevrolet Camaro, ou exemplares mais contemporâneos, como os Renault 5 GT Turbo ou os Lancia Delta Integrale.
Um dos concorrentes portugueses em prova é Carlos Tavares, o CEO do grupo Stellantis (Peugeot, Citroen, Fiat, Opel, Jeep, Alfa Romeo, etc.), que compete ao volante de um Fiat 124 Spider de 1975.
Amanhã, a segunda etapa do Rally de Portugal Histórico parte da Figueira da Foz, às 07h45, e termina em Viseu.










