Se tudo permanecer como é proposto pelos Construtores, provas como a Austrália ou Nova Zelândia são para riscar do mapa. Caso a FIA leve a sua avante, na calha estão, para além da manutenção dum evento na Oceânia, provas como a África do Sul, Brasil, Rússia, Índia (não todas ao mesmo tempo), as duas primeiras, provavelmente a mais breve trecho, já que nestes dois casos há muito se fala dessa possibilidade o que não sucede com a Rússia ou Índia.
No meio disto tudo, e sabendo a força que alguns países têm no WRC, caso a FIA leve a sua avante, resta saber que eventos europeus teriam de dar lugar a novos ralis. Por isso mesmo, ao Rali de Portugal o que resta é colocar na estrada uma prova de excelência que não “permita” sequer que alguém pense em “mexer” com a nossa prova.











