A última reunião entre os organizadores e a FIA não foi especialmente produtiva em questões urgentes que deverão ajudar ao sucesso da temporada de 2013 do Mundial de Ralis.
O ponto mais crítico disse respeito ao concurso para o fornecimento do equipamento da cronometragem e localização (GPS). Duas opções estão ‘em cima da mesa’. Uma que usa o sistema Stage 1 Tech, usado desde há vários anos e com o qual os organizadores têm tido sucesso e um outro sistema, promovido este ano pelos organizadores do Rali da Catalunha, também está sob análise.
Como um organizador explicou, “o problema é o tempo. Se se tiver que mudar de sistema, é preciso muito tempo para se ajustar tudo ao novo sistema e a temporada começa em janeiro”. De registar que as regras do campeonato para provas com novo formato ainda não foram publicadas em detalhe, apesar dos regulamentos atuais exigirem que os organizadores comecem a publicar os regulamentos das suas provas.
A referida reunião marcou também a primeira oportunidade para os novos promotores discutirem o seu trabalho e as suas ideias com os organizadores. E o primeiro ponto a esclarecer teve a ver com o facto dos organizadores terem urgência em saber se vão poder contar com um plano de transmissões televisivas na Power Stage, já que, como se sabe, o desenho do formato das provas tem que ter em conta esta classificativa.
Representantes dos promotores explicaram que promover o campeonato não é um exercício feito do dia para a noite e que questões como a da Power Stage não têm apenas a ver com a cobertura televisiva, mas também com o sucesso da comercialização dos direitos.
Os organizadores mostraram-se, apesar de tudo, pacientes, afirmando-se reconfortados com o facto do campeonato estar agora entregue a um promotor com um passado de sucesso no desporto automóvel. À espera de decisões muito breves por parte da FIA continua o regressado JWRC (que substituirá a Academy WRC), nomeadamente, quanto ao tipo de carro que poderá ser utilizado.











