Ricardo Moura parte para a última secção do Azores Airlines Rallye a 9,6s de Bruno Magalhães, mas sabe que nada está decidido ainda que neste momento a balança penda um pouco mais para o lado do seu adversário: “Vamos tentar manter o nosso ritmo, atacar o melhor possível para tentar levar a luta até final do rali. A luta está muito interessante, faltam três longas classificativas para disputar, vamos manter o ritmo, a postura e atitude atacante” começou por dizer Moura que não quis revelar qual vai ser a sua postura: “Quando lá chegar, e vir as condições logo verei se ataco ou não. O importante será manter a concentração, uma boa atitude competitiva e positiva até fim”, disse o piloto que ontem teve o azar de furar e com isso, vai partir para a última secção menos bem abastecido de pneus, embora isso não signifique que já perdeu. Longe disso. Tem as suas hipóteses: “O furo de ontem obrigou-nos a andar com pneus completamente destruídos nas Feteiras e Sete Cidade, tínhamos quatro novos, furámos logo na 1ª classificativa. Mas hoje estou mais satisfeito com o carro, não está perfeito mas está melhor que ontem. As classificativas são diferentes. Estou só um pouco preocupado com os travões, havia ar no circuito, espero que isso não acontece na segunda ronda” disse Moura, que tem ainda uma forte palavra a dizer na luta pela vitória. Não será fácil, mas perfeitamente possível…










