Após dois anos de interregno, os saudosistas dos ralis em geral, Grupos B em particular, regressaram a Daun para ‘lavar a vista’ e o ‘espírito’. O Eifel Rallye voltou a não desiludir e o AutoSport esteve lá.
A cidade de Daun foi mais uma vez pequena para receber a caravana do Eifel Rallye, num Museu a céu aberto que permitiu a milhares de visitantes recordar os 50 anos de história dos ralis. A pandemia interrompeu o evento, mas isso só deixou ainda mais saudades nos adeptos que disseram presente de forma massiva.
A 10ª edição do Festival do Eifel Rallye foi um sucesso, havia filas de 100 metros para autógrafos e esse é só um exemplo do sucesso crescente deste evento.
Mais importante de tudo: a qualidade dos veículos tem continuado a melhorar, mas se um dia pensar lá ir, não leve em mente que todos andam como os viu ao vivo há décadas atrás.
Alguns são os mesmos pilotos, mas estão mais velhos e os carros são agora relíquias cada vez mais valiosas e a preservar. Mas espetáculo é algo que não falta!
155 carros originais e réplicas fiéis desfilaram na ‘milha’ de Daun. Torna-se exaustivo recordar tudo o que lá vimos e este é mesmo daqueles casos que as imagens falam melhor que as palavras. Nem sequer faltou Helmut Deimel, o cineasta de ralis que alguém apelidou como o ‘Steven Spielberg’ da história dos ralis. E também houve ‘música’ da boa. Há quem diga que a melhor orquestra é a do Peugeot 306 Maxi Kit-Car que Thierry Neuville levou à Alemanha. Talvez, mas o 5 cilindros do Audi Quattro…
Bom, mas se calhar isto é escolher entre Ludwig van Beethoven com Wolfgang Amadeus Mozart…
FOTOS Autosport/Jorge Cardoso











