Diogo Gago terminou o primeiro dia do Rali da Irlanda na sexta posição entre os ‘juniores’, numa prestação claramente marcada pela falta de experiência neste tipo de troços e pisos. A melhor forma de provar que o piloto português em nada fica a dever aos seus adversários em termos de velocidade pura está na segunda passagem pela super-especial que encerrou o dia de rali, em que foi segundo classificado, depois de ter sido sétimo na primeira passagem. Isto prova que num troço diferente dos restantes e que já conhecia da primeira passagem, o facto de estar muito habituado a fazer poucas passagens para andar depressa, permitem-lhe rapidamente habituar-se ao que tem pela frente.
A melhor prova da especificidade deste tipo de rali é o que se está a passar na classificação geral. Ao cabo do primeiro dia há cinco irlandeses nos primeiros seis classificados, incluindo os dois primeiros lugares. Isto prova claramente que este tipo de troços e rali é muito penalizador para quem vem de fora e não está habituado pois em nenhuma outra prova desta competição se vê semelhante coisa, pelo menos, com estes números. É natural os pilotos da casa andarem melhor, mas não cinco em seis. Voltando aos juniores, Jon Armstrong lidera a prova com 28.9s de avanço para o sueco Emil Bergkvist, este sim a realizar uma excelente prova, o mesmo se podendo dizer do alemão Marijan Griebel.
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