Miguel Nunes chegou a Mortágua com o objetivo de fazer quilómetros em pisos de terra para continuar a sua aprendizagem neste tipo de terrenos. O piloto da Madeira desistiu no último troço, mas ficou satisfeito com o que aprendeu: “Não foi tão bom quanto ao queria. Partimos um braço da suspensão na última especial, mas o resultado não era o mais importante. Vim cá para fazer mais quilómetros em piso de terra e perceber como é que tudo funciona neste tipo de piso. Cumprimos o rali quase todo, o que é positivo. Percebemos que ainda temos muito para aprender. Não é nada fácil passar do asfalto para a terra e ter o mesmo ritmo, também porque quase não testámos, mas estou muito satisfeito por ter feito mais este rali e espero ter mais oportunidades de fazer ralis em terra”
O piloto madeirense faz apenas o seu quarto rali de terra na carreira, o que ainda não é suficiente para ter um ritmo quer permita lutar pelos lugares cimeiros no CNR: “Já estamos mais à vontade com os ralis de terra, claramente que evoluí, mas os ralis que faço de terra são sempre muito espaçados [três presenças consecutivas em Mortágua e Fafe este ano], sem experiência. Tenho de fazer muitos quilómetros na terra para conseguir compensar esta minha falta de conhecimento em relação aos outros”.









