José Pedro Fontes e Inês Ponte (Citroën C3 R5) terminaram o primeiro dia de Rali da Madeira no sétimo lugar da geral, segundo no que toca ao campeonato português. Era esperada uma etapa exigente, à qual se juntaram temperaturas elevadas, que complicaram de sobremaneira a tarefa das equipas. Todavia, logo pela manhã surgiu a surpresa de ter parte da primeira passagem por Palheiro Ferreiro com o piso muito húmido. A verdade é que para a dupla José Pedro Fontes/Inês Ponte a manhã seria um desafio por si só, em particular devido a um “set-up” do Citroën C3 R5 que se revelou desadequado para os troços em liça: “de facto a manhã foi muito dura para nós. Nunca achei que estava a tirar total partido do carro, essencialmente por termos não termos a afinação correta,” explicou José Pedro Fontes. Havia que inverter o cenário e tentar recuperar algum do tempo perdido na secção matinal e “as alterações que fizemos deram resultado à tarde. Ainda assim temo que tenhamos perdido segundos preciosos, que nos colocaram numa posição não antecipávamos.”
O sétimo lugar geral não estava nos planos da equipa, todavia está tudo em aberto na luta pelo triunfo em termos de Campeonato de Portugal de Ralis, que é, afinal, o grande objetivo do Citroën Vodafone Team. O piloto reconhece que “vamos ter que jogar todos os trunfos para tentar vencer o CPR e é com esse objetivo que vamos arrancar para etapa de amanhã. Queremos recuperar os cerca de 22 segundos que nos separam da liderança no Nacional, mas teremos que estar atentos aos adversários que estão atrás, mas igualmente envolvidos nesta “guerra”. Vai ser mais um dia de luta, novamente sob temperaturas elevadas, em que temos estar na melhor forma, física e mental. Vontade não nos falta e ainda há muito rali para disputar.”












