João Barros conseguiu finalmente terminar o Azores Airlines Rallye. À quarta foi de vez, numa prova em que decidiu apostar claramente em chegar ao fim, desse lá por onde desse: “No primeiro dia, finalmente consegui completar a segunda passagem pelas Sete Cidades, sou um homem novo agora. Estava cheio de gente no troço, assim dá muito gosto. Já consegui terminar mas ainda não consegui ser rápido; Tinha uma grande pedra [Ruben Rodrigues veio a bater nela] nas Sete Cidades que por milagre não bati, muito grande mesmo e estava mesmo lá no meio” começou por dizer João Barros, que no último dia de prova, tudo fez para chegar ao fim: “Foi estratégia vir um pouco mais devagar para terminar o rali, era uma vergonha vir cá quatro vezes e nunca o terminar. O carro esteve perfeito, só faltou um pouco de potência” concluiu Barros, que vai ter que fazer um ajuste no seu calendário de provas: “Ia falhar o Rali da Madeira, mas tenho de deitar fora afinal, o Rali de Portugal, por motivos profissionais. No asfalto é onde me dou melhor, mas também os meus mais fortes adversários”, disse João Barros, que com este resultado é o novo líder do Nacional de Ralis. Um bom prémio para a persistência…
Rodrigo Fernandes









