Já está disponível o regulamento do Campeonato Nacional de Ralis, documento que encerra algumas alterações face à competição do ano passado. No global a competição não tem grandes alterações de monta, mas existem pequenos ajustes de pormenor. Por exemplo, a criação de um novo Troféu asfalto/terra, como complemento ao campeonato, em que é estabelecida uma classificação para a melhor equipa nas quatro provas de asfalto e outra classificação para as quatro provas de terra, havendo portanto campeões para asfalto e terra, como já sucedeu em 2015 com as competições FPAK Norte/Centro/Sul.
Há um reajuste relativamente às pontuações, e embora se mantenha a regra do meio ponto por troço ganho, nos ralis dos Açores e Madeira cada vitória em especiais de classificação vale apenas 0,25, o que se entende, pois estes ralis têm habitualmente muito mais provas de classificação que as realizadas no continente, o que torna maior o peso dessas provas específicas em termos de CNR.
Está previsto igualmente um Campeonato RGT, que só terá efetividade desde que se realizem, no mínimo, três provas. Os ralis previstos no campeonato são os de Castelo Branco, Vidreiro-Centro de Portugal, Vinho Madeira e Algarve. Entretanto está já confirmado que o Rali do Targa se realiza em piso de terra, sendo que assim o algarve regressa ao asfalto, tal como era pretensão do Clube Automóvel do Algarve.
Por fim, e tal como em 2015, para a classificação final, absoluta e grupos, serão considerados a totalidade dos resultados das oito provas, menos um (logicamente caso a equipa tenha participado em todas as provas). Veja o detalhe CLIQUE AQUI









